Segunda-feira, 14 de junho de 2021
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Indígenas da balsa de travessia em São José do Xingu participam de curso para formação de aquaviários em Cuiabá

A capacitação é fruto de uma parceria entre a Funai e a Capitania Fluvial do Mato Grosso (CFMT) da Marinha do Brasil

11/06/2021 | 05:55

Redação Olhar Alerta

Indígenas da balsa de travessia em São José do Xingu participam de curso para formação de aquaviários em Cuiabá

Equipe de treinamento em Cuiabá

Foto: Reprodução

Um grupo de 15 indígenas que atuam na operação da balsa do Rio Xingu, na rodovia MT-322, munícipio de São José do Xingu, participa esta semana de um curso de formação de aquaviários, marinheiro fluvial auxiliar de convés e máquinas nível I. A capacitação é fruto de uma parceria entre a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Capitania Fluvial do Mato Grosso (CFMT) da Marinha do Brasil. Realizado em Cuiabá, o curso teve início na segunda-feira (07) e segue até o dia 11 de junho.

“A formação dos indígenas que atuam na condução de equipamentos fluviais, atividade comum na rotina das comunidades e essenciais à sobrevivência e relações com a sociedade regional, constitui medida extremamente importante, cuja habilitação é necessária para atender às normas vigentes”, explicou o coordenador-geral de Promoção da Cidadania da fundação, Joany Marcelo Arantes, que destacou também o apoio das Coordenações Regionais da Funai em Cuiabá e Colíder.

No primeiro dia de treinamento, os participantes realizaram uma prova de natação na piscina da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), também parceira no projeto. “É importante ressaltar que o curso foi especialmente criado para atender aos indígenas, e as próximas turmas serão destinadas a indígenas que atuam na área de turismo e em outras que dependam do sistema aquaviário, sendo mais uma iniciativa da Funai para fortalecer as atividades em que os indígenas atuam”, apontou Arantes.

A Coordenação-Geral de Promoção da Cidadania (CGPC) desenvolve e apoia ações e políticas que se relacionam aos processos educativos comunitários e escolares das populações indígenas, à participação social e aos assuntos de gênero e geração. Essas ações têm em vista a autonomia e a sustentabilidade das aldeias, respeitando os direitos do cidadão indígena, suas comunidades e organização, bem como o combate à discriminação contra essas populações.

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