Domingo, 3 de julho de 2022
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Soja: bolsa em baixa e subida do dólar mantêm os preços estáveis

Com os referenciais em direções opostas, o vendedor se retraiu e negociou apenas o necessário, de acordo com avaliação da consultoria Safras & Mercado

19/05/2022 | 11:01

Canal Rural

Soja: bolsa em baixa e subida do dólar mantêm os preços estáveis

Foto: Reprodução

Os preços oscilaram entre estáveis e mais altos nesta quarta-feira (18) no mercado brasileiro de soja. Poucos negócios foram realizados. O dólar subiu, mas Chicago caiu. Com os referenciais em direções opostas, o vendedor se retraiu e negociou apenas o necessário.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos ficou em R$ 196. Na região das Missões, a cotação permaneceu em R$ 195. No Porto de Rio Grande, o preço estabilizou em R$ 197.

Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 188,50 para R$ 190 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca seguiu em R$ 196,50.

Em Rondonópolis (MT), a saca caiu de R$ 177 para R$ 176. Em Dourados (MS), a cotação permaneceu em R$ 182. Em Rio Verde (GO), a saca passou de R$ 176 para R$ 175.

Chicago

Os contratos futuro da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quarta-feira com preços em baixa. Após seis sessões seguidas de ganhos, o mercado recuou por um movimento de realização de lucros.

Os agentes seguiram o desempenho de outros mercados, principalmente o petróleo e o trigo. O cereal liderou as perdas em Chicago, em meio a expectativa de melhora na oferta mundial com boas exportações da Rússia e liberação de cargas da Ucrânia.

As perdas foram limitadas pela expectativa de boa demanda por parte da China, reflexo da flexibilização dos lockdows na China. Hoje, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou a venda de 229 mil toneladas por parte dos exportadores privados para destinos não revelados.

Amanhã, o USDA vai divulgar o relatório semanal de embarques americanos. A expectativa é de um número entre 200 mil e 1,1 milhão de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 15,25 centavos ou 0,9% a US$ 16,62 3/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 16,07 por bushel, com perda de 17,25 centavos de dólar ou 1,06%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 2,20 ou 0,53% a US$ 414 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 80,55 centavos de dólar, com perda de 2,94 centavo ou 3,52%.

Câmbio

O dólar fechou em alta de 0,87%, cotado a R$ 4,98. A moeda refletiu o temor com a desaceleração econômica global, capitaneada pelos Estados Unidos, mas também foi um movimento de correção ante à brusca queda de ontem. O fluxo estrangeiro, por outro, continua dando suporte ao real.

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