Domingo, 3 de julho de 2022
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Preços da soja seguem estáveis e resistem à queda do dólar

Contratos futuros fecham em alta com combinação de demanda aquecida pela oleaginosa norte-americana e de aperto nos estoques da safra velha

21/05/2022 | 08:47

Agência Safras

Preços da soja seguem estáveis e resistem à queda do dólar

Foto: Reprodução

Com dólar recuando e Chicago subindo, a sexta não trouxe alterações no mercado brasileiro de soja. O dia foi de preços regionalizados e poucos negócios, com os agentes cautelosos.

– Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos caiu de R$ 195,00 para R$ 194,50

– Região das Missões: a cotação seguiu em R$ 194,00

– Porto de Rio Grande: o preço baixou de R$ 198,00 para R$ 197,50

– Cascavel (PR): o preço recuou de R$ 190,00 para R$ 189,00 a saca

– Porto de Paranaguá (PR): a saca passou de R$ 196,50 para R$ 195,50

– Rondonópolis (MT): a saca avançou de R$ 177,00 para R$ 178,00

– Dourados (MS): a cotação subiu de R$ 181,00 para R$ 182,00

– Rio Verde (GO): a saca caiu de R$ 175,00 para R$ 174,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em alta. A combinação de demanda aquecida pela soja americana e de aperto nos estoques da safra velha daquele país deram sustentação aos preços.

Com isso, a valorização semanal da oleaginosa subiu para 3,5% na posição julho.

As importações de soja do Brasil pela China subiram 120% em abril ante o mês anterior. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 6,3 milhões de toneladas da oleaginosa do Brasil em abril, ante as 2,87 milhões de toneladas no mês anterior, segundo a Administração Geral da Alfândega. Em abril do ano passado, foram 5,08 milhões de toneladas.

Dos Estados Unidos, a China adquiriu 1,64 milhão de toneladas em abril, ante as 3,37 milhões de toneladas no mês anterior. Em abril do ano passado, foram 2,15 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 14,75 centavos ou 0,87% a US$ 17,05 1/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 16,41 3/4 por bushel, com ganho de 11,25 centavos de dólar ou 0,68%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 4,60 ou 1,08% a US$ 429,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 80,93 centavos de dólar, com perda de 1,40 centavo ou 1,76%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em R$ 4,8710, com queda de 0,93%. A moeda perdeu durante toda a sessão, e refletiu o intenso fluxo estrangeiro na bolsa, na contramão do que foi observado globalmente nesta sexta.

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