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Soja: preços sobem, mas produtor aguarda saca a R$ 200 para negociar

Alta de Chicago impulsionou preços da oleaginosa no Brasil

27/07/2022 | 09:37

Agência Safras

Soja: preços sobem, mas produtor aguarda saca a R$ 200 para negociar

Foto: Reprodução

Os preços da soja no Brasil subiram significativamente nesta terça-feira (26). A valorização acompanhou o movimento altista em Chicago. Foram registrados negócios, mas não muitos, uma vez que os produtores esperam a tonelada mais perto dos R$ 200. Na comparação com a semana passada, o movimento do mercado aumentou, assim como as cotações.

Acompanhe os preços nas principais praças:
  • Passo Fundo (RS): a saca de 60 quilos subiu de R$ 185,50 para R$ 191,00
  • Região das Missões: a cotação valorizou de R$ 184,50 para R$ 190,00
  • Porto de Rio Grande: o preço passou de R$ 191,50 para R$ 196,00
  • Cascavel (PR): o preço subiu de R$ 183,00 para R$ 187,50
  • Porto de Paranaguá (PR): a saca avançou de R$ 189,50 para R$ 194,00
  • Rondonópolis (MT): a saca subiu de R$ 172,00 para R$ 176,00
  • Dourados (MS): a cotação valorizou de R$ 172,00 para R$ 176,00
  • Rio Verde (GO): a saca valorizou de R$ 168,50 para R$ 171,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mais altos. O mercado encerrou perto das máximas do dia e enfileirou a terceira sessão seguida de ganhos.

O clima seco e de temperaturas elevadas no Meio Oeste americano trouxe preocupação quando ao potencial produtivo da safra americana e garantiu a sustentação das cotações.

Na segunda, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou a piora nas condições das lavouras. Segundo o USDA, até 24 de julho, 59% estavam entre boas e excelentes condições – o mercado esperava 60%, 30% em situação regular e 11% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 61%, 29% e 10%, respectivamente.

Os contratos da soja em grão com entrega em setembro fecharam com alta de 43,75 centavos ou 3,22% a US$ 13,99 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 13,83 por bushel, com ganho de 37,75 centavos de dólar ou 2,8%.

Nos subprodutos, a posição setembro do farelo fechou com alta de US$ 19,80 ou 4,76% a US$ 435,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em setembro fecharam a 58,79 centavos de dólar, com ganho de 0,47 centavo ou 0,8%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,39%, sendo negociado a R$ 5,3510 para venda e a R$ 5,3490 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3360 e a máxima de R$ 5,3910.

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