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Após anos de crescimento chinês, PIB de MT estagnou em 2020

Economia do Estado não sofreu variação em 2020; apenas Roraima e Mato Grosso do Sul cresceram

21/11/2022 | 08:27

Mídia News

Após anos de crescimento chinês, PIB de MT estagnou em 2020

Colheita da soja em Mato Grosso

Foto: Reprodução

Após anos de crescimento em ritmo chinês, a economia de Mato Grosso ficou estagnada em 2020, primeiro ano da pandemia da Covid-19. É o que aponta a pesquisa Contas Regionais 2020, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com os órgãos estaduais de estatística. 

Naquele ano, o Estado cresceu 0%. A título de comparação, em 2019, o crescimento foi de 4,1%. 

Conforme o documento, em 2020 o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil recuou 3,3% em volume.  

O PIB é calculado somando todas as riquezas produzidas por uma região ao longo do ano. 

Conforme os dados do IBGE, o no primeiro ano da pandemia 24 das 27 unidades da federação tiveram retração em sua economia. 

Além de Mato Grosso, que ficou estável, houve variações positivas, embora baixas, apenas em Mato Grosso do Sul (0,2%) e Roraima (0,1%). 

Na outra ponta do ranking, o Rio Grande do Sul foi o Estado que mais sentiu os efeitos da pandemia, com queda de 7,2% no PIB. 

Em seguida vêm Ceará (-5,7%), Rio Grande do Norte (-5%), Espírito Santo (-4,4%), Rondônia (-4,4%) e Bahia (-4,4%). Os demais recuos consideráveis ocorreram em Alagoas (-4,2%), Acre (-4,2%), Pernambuco (-4.1%%), Paraíba (-4,0%), Piauí (-3,5%) e São Paulo (-3,5%). 

Já o Centro-Oeste foi a região de menor queda em volume (-1,3%), influenciado por Mato Grosso do Sul (0,2%), e Mato Grosso, apesar do crescimento zero. 

Segundo a pesquisa, oito unidades da federação trocaram de posição no ranking de participação no PIB entre 2019 e 2020. Ao longo da série histórica, iniciada em 2002, apenas em 2014 e 2016 o número de movimentação de posições foi maior. 

“O Paraná avançou da quinta para a quarta posição, devido ao seu ganho relativo na agropecuária nacional, enquanto no Rio Grande do Sul a perda de posição refletiu sua redução em volume e em participação na mesma atividade”, diz o IBGE.

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