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Barbudo evita imprensa e posse na Câmara ainda não tem data

Deputada federal morreu na madrugada de domingo (12) e posse pode demorar até dois meses

15/05/2024 | 06:57

Mídia News

Barbudo evita imprensa e posse na Câmara ainda não tem data

O suplente de deputado federal, Nelson Barbudo: recluso por recomendação

Foto: Reprodução

O suplente de deputado federal Nelson Barbudo (PL) está evitando contato com a imprensa a pedido da direção do PL. Ele ocupará a vaga que era de Amália Barros (PL), que morreu no último domingo (12). 

A parlamentar morreu após passar por complicações na retirada de um nódulo benigno no pâncreas. Amália ficou internada 11 dias no Hospital Nova Star, em São Paulo, e foi enterrada em Mogi Mirim (SP) na segunda-feira (13). 

O presidente regional do PL, Ananias Filho, explicou que a posse de Barbudo dependerá do ato de convocação da Mesa Diretora da Câmara Federal. 

“Nós pedimos para ele esperar o ato da Mesa. Isso deve sair nos próximos dias e não demora muito, não. Porque o Estado não pode ficar sem representação”, disse ao MidiaNews. 

Em nota encaminhada à reportagem, a Câmara disse que aguarda o atestado de óbito de Amália para convocar o suplente da coligação. “A posse de deputado ocorre em sessão deliberativa do Plenário, em até 60 dias da convocação”, consta em trecho da nota.

Ananias explicou que quem entregará o documento será a família da parlamentar. 

“A família é quem apresentará o documento, porque é preciso ver até a parte previdenciária. Não conversei e não vou conversar com eles sobre isso até por questão de bom senso”, afirmou.

Ananias afirmou que Barbudo já iria assumir cadeira na Câmara com um pedido de licença do deputado Abílio Brunini, também do PL. 

“Ele está muito triste e chateado. De todo modo, iria assumir no dia 1º de junho. O Abílio iria pedir licença, então, o mandato ele iria ter de todo jeito”, disse. 

Somente um mandato 

Barbudo foi deputado federal na legislatura passada (2019-2022) pelo PSL. Com a fusão da sigla com o Democratas, o parlamentar migrou para a sigla do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, o PL.

Ele, porém, viu seus votos minguarem de uma eleição para a outra. Em 2018, teve 126.249 votos, sendo o mais votado de Mato Grosso para a Câmara. 

Em 2022, caiu para 53.285 votos, sendo o décimo mais votado no Estado.

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