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População do Vale do Araguaia chega a 400 mil habitantes, aponta IBGE

Em âmbito estadual, a população do Mato Grosso atingiu 3.893.659 habitantes

01/09/2025 | 06:39

O Pioneiro

População do Vale do Araguaia chega a 400 mil habitantes, aponta IBGE

Foto: O Pioneiro

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, no final de agosto de 2025, as novas estimativas populacionais com referência em 1º de julho de 2025. O levantamento mostra que, somados, os 30 municípios que compõem a região do Vale do Araguaia já alcançam 399.360 habitantes, ou seja, praticamente 400 mil pessoas vivendo na região.
 
Os municípios considerados pelo IBGE como integrantes do Vale do Araguaia são: Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Confresa, Luciara, Novo Santo Antônio, Porto Alegre do Norte, Santa Cruz do Xingu, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, São José do Xingu, Serra Nova Dourada, Vila Rica, Água Boa, Campinápolis, Canarana, Cocalinho, Gaúcha do Norte, Nova Nazaré, Querência, Ribeirão Cascalheira, Araguaiana, Barra do Garças, General Carneiro, Nova Xavantina, Novo São Joaquim, Pontal do Araguaia, Ponte Branca, Ribeirãozinho e Torixoréu.
 
Em âmbito estadual, a população do Mato Grosso atingiu 3.893.659 habitantes. Já o Brasil alcançou a marca de 213.421.037 habitantes, segundo a mesma divulgação do IBGE.  
 
Principais municípios do Vale do Araguaia
 
Na região, alguns municípios se destacam pelo porte populacional:

•Barra do Garças: 73.878 habitantes
•Confresa: 38.460 habitantes
•Água Boa: 32.099 habitantes
•Querência: 31.100 habitantes
•Canarana: 28.324 habitantes
•Nova Xavantina: 25.915 habitantes
 
Esses municípios concentram boa parte da dinâmica econômica e social do Vale do Araguaia.  
 
Projeções e impactos
 
Mantido o ritmo de crescimento registrado entre o Censo de 2022 e a estimativa de 2025, conforme levantamento feito pelo OPioneiro, a região do Vale do Araguaia deve alcançar cerca de 450 mil habitantes em 2030 — um acréscimo médio de 10 mil pessoas por ano.
 
Esse avanço populacional representa um desafio importante: serão necessárias cerca de 3.600 moradias novas a cada ano (aproximadamente 300 por mês) apenas para atender a nova demanda habitacional. Isso exige mão de obra em larga escala na construção civil, ao mesmo tempo em que pressiona os serviços públicos nas áreas de saúde, educação, transporte e infraestrutura urbana.  

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