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Pivetta quer apoio de Jayme: “Vou ligar para ele e conversar”

União Brasil definiu que apoiará candidatura de republicano, em detrimento da pretensão do senador

01/08/2026 | 08:12

Midia News

Pivetta quer apoio de Jayme: “Vou ligar para ele e conversar”

O governador Otaviano Pivetta, que busca apoio para arco de alianças

Foto: Reprodução

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou que fará uma ligação ainda nesta sexta-feira (31) para o senador Jayme Campos (União) para pedir o seu apoio à reeleição ao Palácio Paiaguás. A declaração foi dada ao site RDNews.

Jayme foi derrotado e teve sua pretensão de ser candidato a Governo do Estado enterrada na convenção do União Brasil, nesta quinta-feira (30), que definiu pela aliança com o Republicanos, de Pivetta.
 
“Vou ligar para ele hoje e conversar com ele. Conversar com lideranças políticas que estejam livres para fazer Mato Grosso grande e cuidar do povo de Mato Grosso”, afirmou.
 
Com a derrota na legenda, Jayme não disputará nenhum cargo na eleição de outubro. Questionado sobre a importância do espólio político Jayme, Pivetta elogiou o perfil do senador e o destacou como liderança política em Mato Grosso.
 
“Jayme é muito admirado especialmente pelos prefeitos do interior, foi um senador atuante e sempre defendeu muitos municípios. Nesse último mandato, ele foi brilhante para Mato Grosso”, disse.
 
“Na época que a gente criou a primeira ferrovia estadual do Brasil, que é a ‘Ferronorte’ ele foi decisivo no Senado. Na negociação da BR-163, Jayme também foi fundamental, e foi firme para nos ajudar em Brasília. Todas as vezes que foi necessário um senador forte e atuante, ele esteve à disposição”, completou.
 
A convenção
 
O senador teve sua pretensão enterrada por 30 votos a 19 na convenção do União Brasil. Agora, a sigla, que junto ao PP formam a Federação União Progressista, deve oficializar o apoio a reeleição de Pivetta.
 
Ao deixar o local da convenção na noite de quinta-feira (30), Jayme demonstrou descontentamento e evitou cravar quem deve apoiar ao Palácio Paiaguás.
 
"O União Brasil não me quis como candidato a governador. Mas se a maioria do meu grupo decidir acompanhar Pivetta, vou acompanhar. Caso contrário, eu sou livre", disse.

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