Veja quem foram os 10 candidatos menos votados em MT
No último domingo (2) os eleitores mato-grossenses elegeram os nomes para ocupar os cargos de governador, senador, deputado estadual e federal. No entanto, nem todos os candidatos se saíram bem no pleito e acabaram fazendo feio na disputa.
O partido Democracia Cristã e o Agir foram os que tiveram maior número de candidaturas entre os dez menos votados para Câmara Federal e Assembleia Legislativa.
Tentando estadual, o candidato Daniel Boca Rica (DC) concorreu sub judice, ou seja, com julgamento pendente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele recebeu apenas 5 votos nas urnas.
Daniel não declarou bens e não registrou nenhuma verba recebida, assim como não informou nenhum gasto com sua campanha eleitoral.
Outra que concorreu ao estadual sub judice foi a candidata Luciene Ferreira (DC), que recebeu apenas 9 votos.
Além dela, as candidatas Vanessa Patrícia (Agir) e Thayane Campelo (Agir) também receberam a mesma quantidade de votos, mas estavam com o registro regular na Justiça Eleitoral.
Na disputa a uma cadeira na Assembleia, também chama a atenção a candidatura de Rosiley Nunes (PTB), que recebeu R$ 25 mil do partido, chegou a gastar R$ 6.500 com a campanha, mas recebeu apenas 26 votos.
Na Câmara Federal, a candidata Kenia Oliveira (DC) foi a menos votada, com apenas 6 votos computados em seu nome. A reportagem tentou entrar em contato com ela, mas a candidata se recusou a conceder entrevista.
Kenia não declarou bens e não registrou recebeu nenhuma verba para campanha. Esta também é a primeira vez que ela tenta se candidatar a um cargo político.
Outra candidatura se destaca é da Pastora Patricia (Pros), que mesmo com o registro indeferido recebeu R$ 60 mil para sua campanha.
À Justiça Eleitoral a candidata registrou que R$ 50 mil foram doados pelo União Brasil, outros R$ 10 mil vieram de duas doações. No entanto, mesmo com o investimento, Patricia conseguiu apena 136 votos.